quinta-feira, 2 de julho de 2015

Biotecnologia Forense




Não existe crime perfeito. Afirmar a veracidade ou não desse fato é uma tarefa difícil, porém com o advento da biotecnologia forense a possibilidade de um crime ser cometido e ter todas as suas provas ocultadas tornou-se praticamente impossível. Fios de cabelo, manchas de sangue e demais fluídos são provas que podem relacionar um suspeito com a cena do crime, abrindo processo para uma investigação mais detalhada e consequentemente a prisão do suspeito.


Com o apoio da tecnologia já é possível afirmar com maior precisão, a hora da morte, o “modus operandi”, quem era a vítima, e qual a arma utilizada no crime. Um banco de dados com perfis de DNA se encarrega de compatibilizar o material genético encontrado nos crimes com os suspeitos já cadastrados no banco, ou em outros casos sujeito à coleta do material pelos peritos responsáveis.


As ferramentas disponíveis para análises em laboratório são inúmeras e possuem diversos critérios que devem ser atendidos para que os materiais coletados sejam utilizados como provas confiáveis em investigações. Cada tipo de material possui um padrão de coleta já pré-determinado, as coletas devem ser sempre detalhadas sobre possíveis contaminantes que possam comprometer os resultados de laboratório.


Ao optar ingressar na área de biotecnologia forense o indivíduo deve ter consciência sobre a responsabilidade e cumprimento das normas para assegurar a fidedignidade dos resultados apresentados. 


As áreas que adotam esse tipo de processo como, por exemplo, dos exames de DNA precisam ser rigorosamente reguladas pelas autoridades para evitar quaisquer tipos de alterações que possam comprometer os rumos de uma investigação. A popularização dessa área do conhecimento ocorreu em grande parte, devido a diversos seriados americanos, apesar disso essa é uma área rentável e em franca expansão no Brasil.


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO 

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